Estrangeiros querem importar genética de Girolando
A qualidade dos animais brasileiros da raça Girolando impressionou criadores mexicanos que estão em Uberaba (MG) participando da Megaleite 2011, a principal feira do setor leiteiro do Brasil. Para o pecuarista Roberto Sancristobal Castro, que cria Girolando em Chiapas, sul do México, o rebanho brasileiro apresenta uma qualidade genética superior a de outros países. “No México, as vacas produzem em média 12 quilos de leite por dia, em sistema a pasto. Queremos chegar ao patamar do Brasil, que tem vacas mais produtivas e de grande padrão racial”, afirma Castro. No Brasil, a média diária de produção chega a 20 litros a pasto.
O criador Alejandro Sanchez Sanchez cria raças de corte, como Brahman, mas está interessado em diversificar os negócios, investindo na pecuária leiteira. “Como o sul do México é uma região de temperaturas mais altas, o Girolando é ideal para produção de leite por ser uma raça mais rústica, resistente a parasitas e de alta produção em sistema a pasto”, explica. Como o custo dos grãos no México é muito elevado, os rebanhos são alimentados a base de capim.
Apesar do interesse dos estrangeiros na genética bovina brasileira, o atual protocolo sanitário entre Brasil e México não permite o comércio de animais vivos e material genético. “Caso a importação fosse liberada, poderíamos melhorar a qualidade genética de nossos rebanhos”, assegura Castro.
A comitiva mexicana ficará no Brasil até sexta-feira. Pela manhã eles acompanham os julgamentos da Megaleite e no período da tarde fazem visitas a empresas do setor e fazendas. A programação inclui visitas às fazendas Ma Shou Tao, São Geraldo, Terras de Kubera, Uniube e Estância Poty VR e às centrais de inseminação Alta Genetics e ABS Pecplan.
Além da comitiva do México, já passaram pela Megaleite 2011 grupos da Colômbia e Holanda.
O criador Alejandro Sanchez Sanchez cria raças de corte, como Brahman, mas está interessado em diversificar os negócios, investindo na pecuária leiteira. “Como o sul do México é uma região de temperaturas mais altas, o Girolando é ideal para produção de leite por ser uma raça mais rústica, resistente a parasitas e de alta produção em sistema a pasto”, explica. Como o custo dos grãos no México é muito elevado, os rebanhos são alimentados a base de capim.
Apesar do interesse dos estrangeiros na genética bovina brasileira, o atual protocolo sanitário entre Brasil e México não permite o comércio de animais vivos e material genético. “Caso a importação fosse liberada, poderíamos melhorar a qualidade genética de nossos rebanhos”, assegura Castro.
A comitiva mexicana ficará no Brasil até sexta-feira. Pela manhã eles acompanham os julgamentos da Megaleite e no período da tarde fazem visitas a empresas do setor e fazendas. A programação inclui visitas às fazendas Ma Shou Tao, São Geraldo, Terras de Kubera, Uniube e Estância Poty VR e às centrais de inseminação Alta Genetics e ABS Pecplan.
Além da comitiva do México, já passaram pela Megaleite 2011 grupos da Colômbia e Holanda.









